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Os Momentos com Ana

Os Momentos com Ana

25
Mai17

Maio - mês de mudanças


Ana Paula

Mês de maio, mês das noivas,
Início de uma nova etapa e fim de uma outra etapa.
Mês de florir, mês de sol, chuva, trovoada e novamente sol.
Neste mês, assim como nos outros todos, nasce gente e morre gente.
Neste mês utilizamos mais a vida ao ar livre.
Também neste mês, como em tantos outros, pode-se pensar que a nossa vida é um ciclo e, quase que não temos um objetivo ou melhor uma felicidade, uma independência.

Nós nascemos e ficamos dependentes dos pais,
Fazemos todo o nosso percurso familiar, escolar, social a que cada um está destinado,
Pela ordem natural, ou talvez não, da vida, casamos,
Formamos família e nessa fase estamos dependentes um do outro.
Eventualmente nascem os filhos, nessa fase e, naturalmente, durante algum tempo (muito) esses seres dependem de nós.
Nessa etapa vivemos com base nas necessidades e nos gostos dos filhos, sem nunca, ou quase nunca, pensarmos na nossa liberdade, nas nossas necessidades como casal ou mesmo nos nossos gostos, esses ficam sempre para segundo ou terceiro plano.

Mês de maio, mês de bater as asas, mês dos pássaros saírem dos ninhos.
Os filhos também em determinada altura sairão de casa. Muito embora, hoje em dia esse ato se realize cada vez mais tarde ou até talvez nem se realize.

Mas num dos melhores cenários ficamos sozinhos, prontos para viver uma vida a dois, uma vida não vivida anteriormente, cheia de romantismo, de convívio, de alegrias.

Eis senão quando algumas pessoas precisam novamente do nosso apoio, ou por estarem doentes, ou pela força da idade, ou por despedimentos, ou ainda por rompimentos familiares. Enfim, um sem número de situações que se podem colocar e que nos priva de viver a nossa vida em união, de viver o nosso amor calmamente e da forma que mais gostamos e desejamos.

Este é o percurso de vida que estamos predestinados a percorrer.
Vida feita de mudanças, feita de sabores e alguns dissabores.
Mudança por todos ultrapassada.

Assim como mudam as estações do ano, os dias, os meses e os anos. Mudança cíclica. Mudança que faz rodar o mundo, que faz viver, nascer, morrer,

Viver.





10
Mai17

Pode haver coincidências?


Ana Paula


Por incrível que possa parecer  o Universo, por vezes, prega-nos umas partidas. vou passar a explicar esta minha afirmação.

Depois do último post que fiz e publiquei a 02 de maio "Agora não", apercebi-me que na "Notícias Magazineonline, de 03 de maio de 2017, também era abordada a temática tempo e falta dele, cuja autora é Ana Pago
Achei interessante e comecei a ler e pensei que tínhamos tido a mesma ideia para comentar o que nos vai na alma.
Quando postei, e de acordo com o que sentia, coloquei algumas questões que agora já podem ser respondidas por profissionais e por investigadores da área, através deste artigo.

Fico muito satisfeita por estar em perfeita sintonia com o Mundo, pois, num extremo estou eu neste Blog escondido e sem nenhuma visibilidade (só eu e ele) e no outro extremo estão os outros seres que perante determinada situação ou ação, ou por vezes por falta delas, pensam e reagem da mesma forma que eu.

No artigo em questão intitulado: "Porque nunca temos tempo para nada?" podemos verificar um pequeno excerto:

 (...) «Porque cargas de água nunca tenho tempo para nada, se só durmo cinco horas e não para um segundo?», questiona. O que andamos a fazer ao tempo? (...)


No artigo, à semelhança do meu post,  também mencionam que otempo deve ser passado em qualidade e não em quantidade, o psicólogo VítorRodrigues refere também que por mais que se tente delinear novas estratégiaspara saber gerir o tempo, nem sempre somos bem sucedidos e nesse caso voltamosao mesmo patamar, às mesmas escolhas, menciona ainda que não faz mal ter escolhas,devemos é saber escolhe-las.
Deixo aqui mais um pequeno excerto do artigo para refletirem:

(…) “A verdade é que nos queixamos, choramos, deprimimos … evoltamos às mesmas escolhas a cada manhã. «Costumo dizer que o medo é o piorconselheiro. Temos medo do que acontecerá, medo do que possam pensar de nós, eisso impede-nos de fazer diferente.» na dúvida, [o psicólogo Vítor Rodrigues] sugere,perca um pouco de tempo – ou ganhe, conforme a perspetiva – a pensar no quefaria se o tivesse de sobra. «A felicidade implica realizarmo-nos naquilo quenós, na nossa individualidade, somos capazes de fazer». (…)

Para finalizar, o artigo contém algumas excelentes indicações paraorganizar, gerir o seu tempo.  
Sugiro queaceda a este link.

E por acaso não haverá coincidências?


02
Mai17

Agora não


Ana Paula


Por vezes não conseguimos resolver ou fazer determinados projetos por esta ou por aquela razão.
Por vezes temos como objetivo concluir esta ou aquela matéria,  mas nem sempre conseguimos, nem sempre estamos vocacionados para esse ato.
E então começamos a verbalizar: agora não consigo; fica para a próxima vez; paciência, mas não dá; lamento, mas o tempo é curto;  agora não dá.

Enfim, um infindável rol de desculpas, mas e porque é que não dá, porque é que não conseguimos fazer tudo.
Efetivamente o que são essas coisas que podem ficar para segundo ou até terceiro plano?

Dar uma caminhada;
Sair com uns amigos;
Ir ao cinema;
Fazer um jantar para a família em casa;
Beber um café à beira-mar com a família;
Visitar os nossos familiares mais vezes;
Visitar um bebé  que nasceu há pouco;
Fazer uma viagem;
Divertirmo-nos um pouco;


Não temos tempo para estas coisas,

Agora não.

Mas o que é incrível e cruelmente certeiro é que naquela situação de fim de vida todos temos de estar disponíveis e todos vamos ao velório, ou até  mesmo acompanhar o corpo até à sua última morada. Porquê? Porque é que somos assim?

Somos um Ser que não sabe descortinar as prioridades, não sabe o valor que determinadas situações ou ações têm na nossa vida. E por isso não nos divertimos.

Vamos fazer um favor a nós próprios, vamos parar um pouco e pensar se realmente temos de viver assim, de costas voltadas para os restantes seres, ou se podemos suspender um pouco os afazeres e partilhar com os outros as nossas vidas, as nossas angustias e as nossas felicidades.
Sim, porque partilhar é preciso, viver em sociedade é preciso.

Estruturemos as nossas vivências  em consonância com os outros seres semelhantes a nós.
Deixemos cair a frase:
Agora não





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